Brasil – Uma grande tragédia abalou a comunidade da Terra Indígena Munduruku no último fim de semana. O caso chocante ocorreu no município de Jacareacanga, na região sudoeste do Pará. Uma criança de apenas oito anos de idade luta intensamente pela vida no hospital. De fato, a menina foi vítima de um brutal ataque de onça no Pará no último sábado (17). Consequentemente, o lamentável episódio mobilizou grandes equipes de resgate aéreo e autoridades de saúde pública na região.
O Ataque Feroz e os Primeiros Socorros
A menina estava acompanhada dos avós maternos na aldeia em que vivem. Em seguida, o felino gigante surpreendeu a família na área de mata. A gravidade da situação exigiu uma resposta desesperada e muito rápida. Além disso, o ataque deixou a criança com ferimentos extremamente severos pelo corpo. Dessa forma, a perda de sangue colocou a vítima em estado clínico crítico.
Segundo Ronaldo Amanayé, coordenador executivo da Federação dos Povos Indígenas do Pará (Fepipa), o pânico dominou a tribo. Paralelamente, a intervenção inicial dos moradores ajudou a salvar a vida da garota. A criança recebeu os primeiros socorros de emergência através dos médicos. Na prática, a equipe técnica da Secretaria de Saúde Indígena (Sesai) atendeu a pequena paciente rapidamente na aldeia.
Transferência para a UTI e o Destino do Animal
No entanto, a equipe notou a extrema gravidade das lesões na vítima. A jovem paciente necessitava de um suporte médico muito mais avançado. Portanto, a menina precisou ser transferida com urgência para o município vizinho de Itaituba. Por outro lado, a logística de transporte na floresta exigiu o apoio de aeronaves de resgate. Atualmente, a criança permanece internada e sedada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Regional do Tapajós. De acordo com as lideranças locais, os indígenas agiram para conter a ameaça logo após a tragédia. Apesar disso, os caçadores capturaram e abateram a onça com tiros. Em suma, a comunidade matou o predador para evitar que outras crianças fossem brutalmente atacadas. Por fim, dezenas de imagens fortes circulam nas redes sociais e mostram a tensão na aldeia durante a operação de transferência médica.
Fonte: CM7