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‘Doença do beijo’: Anitta é diagnosticada com vírus brutal

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Brasil – Ao longo da última semana os fãs da Anitta ficaram bastante preocupados com a internação da artista no Hospital Albert Einstein, em São Paulo. A cantora revelou haver alguns meses foi diagnosticada com o vírus Epstein-Barr, conhecido como causador da “doença do beijo”.

Durante o lançamento do documentário “Eu”, produzido pela atriz Ludmila Dayer, contando sobre a luta contra a esclerose múltipla, Anitta contou sua experiência com o vírus. Segundo ela, a relação com Ludmila foi importante para se tratar no começo da infecção, a cantora afirmou também que passou pelo “momento mais difícil da vida”.

A investigação sobre uma possível relação entre o vírus e o desenvolvimento de esclerose múltipla, como o caso de Ludmila Dayer, é estudada há anos por cientistas e médicos, mas ainda não há uma confirmação.

Sobre a doença do beijo:

Também conhecida como “doença do beijo”, a mononucleose infecciosa é causada pelo vírus Epstein-Barr através da saliva. Além do beijo, objetos como escova de dente, copos ou talheres compartilhados com uma pessoa infectada também podem causar a doença.

Segundo o Ministério da Saúde, a doença do beijo é muito comum entre pessoas de 15 a 25 anos, principalmente nas grandes cidades durante o período do Carnaval. Em muitos casos, a mononucleose é assintomática, mas quando há sintomas eles podem ser confundidos com os de outras doenças respiratórias.

Veja os principais sintomas:

  • febre alta;
  • dor ao engolir;
  • tosse;
  • dor nas articulações;
  • inchaço no pescoço;
  • irritação na pele;
  • amigdalite;
  • fadiga;
  • Inchaço do fígado.

Tratamento:

Não existe um tratamento específico, mas o uso de corticoides pode ser útil em casos graves de complicação com obstrução de vias aéreas, diminuição de plaquetas no sangue com risco de hemorragia ou anemia hemolítica (quando os anticorpos naturais do organismo destroem as hemácias, ou seja, os glóbulos vermelhos).

Fonte: Portal Tucumã